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Coworking e home office: viáveis na prestação de serviços jurídicos?

Organizar um grupo jurídico de trabalho, reunido profissionais independentes e em regime de coworking para atender determinado cliente, sem necessidade de abrir sociedade e livre de burocracias é possível?

Organizar um grupo jurídico de trabalho, reunido profissionais independentes e em regime de coworking para atender determinado cliente, sem necessidade de abrir sociedade e livre de burocracias é possível? A provocação foi feita por Sérgio Fadel, diretor da Maxpromo, durante o painel “Como conquistar novos Clientes”, que integra a programação da Fenalaw 4.0 Xperience.

Para Charles Betito, CEO e founder da MINDstation, o formato é viável, mas precisa de alguns cuidados: “A grande questão é como comunicar isso para o cliente, como passar a percepção de valor em relação ao atendimento tradicional. A solução nova precisa vir acompanhada de certezas. Passamos por um processo de mudança muito intenso.  A visão do especialista era muito importante e hoje temos um olhar mais sistêmico, juntando pessoas com formações diferentes”.

André Arcas, especialista em apresentações e persuasão, compartilha da mesma opinião. “O comprometimento com o resultado aumenta. Para trabalhar por projetos é fundamental que todo o processo esteja conectado. E se um dos envolvidos não cumpre um compromisso e afeta todo o trabalho. Eu teria cuidados com esta estratégia”, afirma. 

Home office

“Nosso escritório já estava inserido em um conceito de Advocacia 4.0, antes da pandemia. Quando 1300 pessoas migraram para o home office do dia pra noite, a segurança da informação nas comunicações, os arquivos digitalizados e a utilização de muita inteligência artificial e automação foram essenciais na transição. De modo geral, a pandemia potencializou o olhar para a inovação”, destaca Lisa Worcman, sócia da Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga Advogados.  

Para Daniel Becker, sócio da Lima ≡ Feigelson Advogados, o caminho é o de sempre se reinventar na prestação de serviços jurídicos. “A dinâmica das empresas mudou. Hoje estamos atraindo profissionais de outros setores alheios aos serviços jurídicos, para promover a resolução de problemas. Temos uma aceleradora de startups que já financia mais de 15 empresas para fomentar a inovação”, salienta.

Fernando Prado, gerente jurídico da Pepsico, vai além: “O futuro prevê que o advogado saiba de tecnologia, não só preparando petições, mas programas. Na empresa, temos procurado construir materiais por meio do Visual Law, e não o material jurídico tradicional, que costuma ser muito mais denso. Visual para as pessoas entenderem a questão jurídica por meio de gráficos, imagens e temos recebido um apoio interno muito grande”. 


Para participar -- As inscrições online e gratuitas para a  Fenalaw 4.0 Xperience estão abertas diretamente na plataforma: fenalawxperience.com.br

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