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Habilidades do advogado do futuro

Advogado do futuro: como se preparar para o novo momento?

O advogado do futuro vê à frente e se prepara para isso. Saiba como se enquadrar como esse novo profissional.

O advogado do futuro é um profissional antenado com a constante mudança no mundo. Estamos em meio à 4ª Revolução Industrial, baseada na tecnologia. Nessa era digital, as demandas sociais são muito diferentes daquelas de alguns anos atrás. Por isso, o mercado jurídico precisa se adequar à essa nova realidade, permeada por relações de trabalho e pessoais diversas.

Como se preparar para a advocacia do futuro? Se você não faz ideia, falamos um pouco sobre o assunto no post. Confira!

O advogado do futuro e o novo momento do Direito

Se você precisasse definir o momento em que estamos, como o faria? Podemos pensar em uma época de integração com novas tecnologias, legislações (como a LGPD) e modelos de negócio. Ou seja, o momento do mercado jurídico atual é permeado de novidades. Assim, quando falamos de advogado do futuro, nasce a necessidade de falar sobre adaptar esses modelos e relações de trabalho.

Por um lado, a inteligência artificial está provocando avanços tecnológicos que eram impensáveis há alguns anos. Já não se fala mais de captura automática de processos, mas de previsões de comportamento de tribunais. Jurimetria é uma realidade tão certa quanto o blockchain e o chatbot.

Todos esses recursos digitais interferem na forma como os advogados trabalham, colocando em pauta seu olhar para o futuro e para as formas de enxergar o negócio.

Preparação do advogado do futuro

O advogado do futuro se integra harmoniosamente com a tecnologia. Mas isso não quer dizer que ele investirá em uma preparação “fria” na hora de exercer suas funções. A ideia, na verdade, é potencializar seu trabalho, sem perder a conexão com as pessoas.

Para Renata Maiorino, diretora de Desenvolvimento humano do Mattos Filho, “diante deste mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo (conhecido em inglês com as iniciais V.U.C.A) que tanto se tem falado, vejo um momento de repensar o valor que cada um tem dentro os escritórios e seguir com o que chamamos ‘back to the base’, ou seja, retornar às origens”.

A diretora ressalta que os advogados devem, sim, valorizar aspectos técnicos para ter excelência na execução do seu serviço, mas deve se preocupar com “habilidades comportamentais, cognitivas, que não só desafiam o status quo do profissional técnico jurídico, mas se faz relevante naquilo que nenhuma evolução tecnológica, acredito, ser capaz de substituir: o ser humano”.

Habilidades desejáveis

Dentro desse contexto de se manter insubstituível, a primeira habilidade desejável em um advogado do futuro é sua capacidade aprimorada de relacionamento interpessoal. Na contramão da virtualização de boa parte dos relacionamentos, provocada pela transformação digital, os profissionais devem investir naquilo que pode ser seu diferencial humano. Afinal, a tecnologia pode fazer algo comum a todos os escritórios de advocacia ou departamentos jurídicos que a adota - mas o trabalho interpessoal jamais será substituído.

E desenvolver o relacionamento interpessoal passa por um novo modelo de trabalho e pelo o aprimoramento de competências comportamentais, como perfil colaborativo, empreendedor, dinâmico e inovador. Soma-se a isto a necessidade de ter uma boa visão de negócios para se adequar aos novos modelos.

Prestação de serviços personalizados

Utilizar de suas habilidades comportamentais e relacionais para prestar um serviço personalizado é fundamental para o advogado do futuro. Isso significa que o profissional deve se manter à frente de seu tempo, se preparando para antecipar as necessidades de seu negócio e de seus clientes.

Essa é uma forma de atuação diferenciada, ágil, personalizada e consultiva, que possibilita ao advogado do futuro se conectar com mais facilidade ao seu cliente. Já imaginou como você será visto por um cliente antigo ao propor uma solução criativa para um problema em potencial?

Capacitação

Uma era digital que traz inovações tecnológicas necessariamente provoca novos tipos de relação. Isso significa novas oportunidades de mercado para o advogado do futuro. E, para aproveitá-las, é preciso estar capacitado. Foi-se o tempo que saber Direito era suficiente para um advogado. Atualmente, é desejável que ele tenha habilidades que agreguem vantagem competitiva para o negócio, como o conhecimento acerca de novas tecnologias, programação, privacidade de dados, dentre outros.

O advogado do futuro é um profissional muito cobiçado no mercado diante de suas habilidades, e é preciso sempre aprimorá-las para se manter atualizado diante de uma realidade que se modifica a todo instante.

Quer conhecer mais sobre as tecnologias disruptivas e seus impactos no Direito? Veja no blog!

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