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Advogado do futuro

4 tendências que vão moldar o advogado do futuro

O futuro do Direito chegou: confira 4 tendências e prepare-se!

O mundo está em plena transformação de conceitos, valores e visões. É preciso desenvolver novas habilidades e competências para se manter nele. As tendências sociais e profissionais afetarão o advogado do futuro, que será permeado de tecnologia. Caso o profissional não esteja preparado para lidar com elas, há chances enormes de ficar para trás no mercado jurídico. Mas o advogado deve se preparar exatamente para o quê? Apontamos as 4 tendências que vão moldar o futuro do Direito. Confira!

Inteligência Artificial e Machine Learning

A inteligência artificial no mercado jurídico continuará sendo uma das tendências com grande impacto para o advogado do futuro. Essa tecnologia é a base de inúmeras soluções utilizadas por empresas, escritórios de advocacia e profissionais liberais. Voltadas para otimizar processos internos, especialmente atividades operacionais (gestão de contencioso de massa ou de processos trabalhistas, pesquisa de jurisprudências e outras), essas tecnologias assumem o trabalho humano, deixando ao advogado a tarefa estratégica. 

Em suma, a IA é a base das soluções de automação na gestão e na atividade jurídica. O Machine Learning (aprendizado de máquina) é só um exemplo. Ele utiliza algoritmos na coleta de dados para determinar ou prever algo. Na advocacia, funciona como um software de pesquisa que reúne, identifica e abstrai conceitos, argumentos e leis para serem utilizados em petições.

Trabalho remoto e aprendizado EAD

O trabalho remoto e o aprendizado à distância são tendências que se confirmam nos próximos anos. O advogado do futuro é flexível e precisa de mudar seus horários e locais de trabalho conforme sua demanda. Escritórios e empresas que não apresentarem o trabalho remoto como opção tendem a ser destacadas pelos jovens profissionais, em especial. E o home office pode ser muito benéfico não só para reter talentos, mas para reduzir custos com estrutura, aumentar a produtividade e ter uma equipe de trabalho mais diversa.

Com o trabalho remoto, o advogado do futuro pode, inclusive, se dedicar à qualificação à distância. Com o tempo economizado de deslocamento e com maior produtividade, terá a oportunidade de fazer o próprio horário e se dedicar também aos estudos. A tendência resultante dessa união é a maior qualificação dos profissionais. E a EAD também pode ser adotada em treinamento interno.

Gestão humanizada

O olhar humanizado para o Direito é uma tendência forte para o futuro. Pensando sob o aspecto do trabalho remoto e do aprendizado à distância, é uma linha de trabalho que confere mais liberdade ao profissional. O advogado do futuro não terá um rígido controle sobre seu desempenho, uma vez que escritórios e empresas caminham para uma estrutura mais colaborativa e menos hierarquizada. A chamada gestão horizontal.

Neste mesmo sentido, o feedback para as equipes será natural, dinâmico e em tempo real. Com mais autonomia e responsabilidade, os profissionais controlam seu próprio desempenho. Ainda no âmbito interno, a gestão humanizada traz a necessidade de o empregador apresentar algo além de boa remuneração se quiser reter talentos. Afinal, o advogado do futuro coloca na balança suas crenças e o propósito do trabalho. Ele deve se sentir parte da empresa ou escritório.

Já no âmbito externo, a gestão humanizada atingirá direta e positivamente os clientes. O Legal Design Thinking é focado na experiência do usuário e busca soluções o mais ajustadas possível para que o cliente se sinta atendido em suas necessidades. Por isso, o advogado do futuro deverá interagir mais com seus clientes, seja por meio de aplicativo para acompanhar o processo ou com mais tempo para investir na proximidade.

Valorização das Soft Skills

Nesse mundo de transformação digital, o advogado do futuro deve possuir habilidades que vão muito além da formação técnica em Direito e em áreas correlatas. É a chamada valorização das soft skills, em contraponto às hard skills (habilidades que podem ser aprendidas e mensuradas).

Para Silvia Zago, professora, mestre em Direito Internacional e especialista em Direito Empresarial, soft skills são definidas como “capacidades comportamentais e refletidas num conjunto de habilidades à exemplo do pensamento sistêmico, comunicação positiva, liderança empática, negociação, gestão do tempo, resiliência, resolução de conflitos, inteligência emocional, motivação, dentre outras”.

Em sua visão, as hard skills não cedem espaço para as soft skills, mas devem ser harmonizadas. Para Silvia, há “um despertar e uma nova demanda que surge em razão da valorização capital humano e deste como centro de inúmeros métodos e metodologias modernas que buscam proporcionar maior agilidade, eficácia e sustentabilidade aos processos, negócios e estilos de gestão”.


Acompanhar essas tendências e desenvolver as habilidades comportamentais é a melhor forma de o advogado do futuro se manter em um mercado tão competitivo. E uma boa perspectiva para isso são os escritórios virtuais. Sabe como abrir o seu? Veja nosso post!

TAG: Inovação
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